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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Resenha crítica: Sons of Anarchy


          Sons of Anarchy(SoA) é uma série do gênero drama que foi transmitida pelo canal FX entre os anos de 2008 e 2014 e retrata a história de um clube de motociclistas na fictícia cidade de Charming, no estado da Califórnia.
          O clube, chamado SAMCRO(Sons of Anarchy Motorcycle Club Redwood Originals) é liderado por “Clay” Morrow, presidente do clube, e “Jax” Teller,  vice-presidente e filho do falecido fundador do clube. O SAMCRO se localiza em uma oficina de carros, que serve como fachada para atividades ilícitas como tráfico e venda de armas, porém quando Jax encontra o diário de seu pai, o qual dizia que quria tirar o clube dessas práticas ilegais, ele busca alcançar esse objetivo, mas ele encontrará muita resistência de outros membros, principalmente de Clay e de sua esposa, e também mãe de Jax, Gemma.
          O que me motivou a continuar assistindo a série, e certamente alguns dos pontos mais fortes do enredo, são as constantes brigas internas vividas pelo clube  e as disputas por poder e território de SAMCRO com várias outras gangues rivais como os Mayans e os 9’ers. A série se destaca também por possuir personagens complexos e muito bem construidos, que muitas vezes tomam decisões erradas e mudam completamente o rumo da trama.

          Sons of Anarchy apresenta uma organização bem distinta com personagens que se apresentam bem corretos e confiáveis no início, mas que com o tempo mostram sua verdadeira face, nem mesmo a polícia escapa da corrupção causada pelo crime e violência das gangues. A série não se adequa nem um pouco ao politicamente correto, apresentando cenas de sexo, crime violência, entre outras coisas... Portanto para quem gosta de uma história envolvente repleta de mentiras e traição recomendo Sons of Anarchy.


Resenha Crítica: A Menina que Roubava Livros

           A Menina que Roubava Livros (filme) é uma obra baseada no livro de Markus Zusak que recebe o mesmo título. Dirigida por Brian Percival, o filme estado-unidense foi lançado no dia 8 de novembro de 2013. Pertencente ao gênero drama, o filme conta de forma espetacular a história de uma garota que é adotada por uma pobre família alemã durante a Segunda Guerra Mundial e nos mostra a dificuldade de viver em tempos de guerra.
            A história, que é narrada pela morte, inicia-se em uma viagem de trem. A mãe, que era comunista em plena Alemanha nazista, leva os filhos Liesel e o irmão para uma pobre cidade alemã, os quais serão adotados por um casal em troca de uma quantia em dinheiro. Todavia, o irmão de Liesel morre durante o trajeto, piorando seu sentimento de solidão e abandono.
            O primeiro roubo de livro de Liesel ocorre durante o enterro de seu irmão, em que o coveiro deixa cair um livro. Esse livro e uma foto do irmão são os únicos laços que a garota tem com a família.
            Logo que chega em seu novo lar, é acolhida por seus pais adotivos. Hans, o pai, e Rosa, a mãe. Seu amigo Rudy sempre está por perto, apoiando a garota em casa e na escola. As aventuras dos garotos retratam a inocência das crianças e a vontade de descobrir o mundo. Mas infelizmente, seu amigo Rudy é obrigado a integrar a juventude Hitlerista.
            Max, personagem fundamental para o enredo, é um judeu que os pais adotivos de Liesel abrigam em seu porão. Uma espécie de troca de favores, uma vez que o pai de Max morreu durante a Guerra para salvar a vida de Hans. O judeu, que passou grande parte do filme doente e inconsciente, tornou-se grande amigo da garota e era para ela que lia seus livros roubados.
            Durante o filme são representados traços da Guerra e características do regime totalitarista de Hitler, a presença de bandeiras do partido nazista, a suástica, soldados, discursos totalitários e principalmente na parte final do filme, a grande ocorrência de ataques aéreos, um deles responsável pela morte de seus pais adotivos deixando-a em meio à cidade destruída.  
            A Menina que Roubava Livros é uma ótima escolha para aqueles que desejam “vivenciar” o período da Segunda Guerra Mundial, tempos difíceis, um regime totalitário, opressor e as dificuldades que os mais pobres passavam para proteger os que amam. O filme consegue transmitir uma bela mensagem entre a infância e o mundo cruel, frisando: você vai morrer, ninguém vive para sempre.

domingo, 5 de junho de 2016

Resenha Critica: Perdido em Marte


 “The Martian” ou “Perdido em Marte” é um filme estadunidense, do gênero ficção cientifica, produzido por Simon Kinberg, escrito por Drew Goddard e dirigido por Ridley Scott. O filme tem como ator principal e grande estrela Matt Damon, que faz o papel de Mark Watney, um astronauta, que após sofrer um acidente, é dado como morto e deixado em Marte.

 Mark Watney e sua tripulação estão em uma missão em Marte, quando sofrem um acidente e Mark é dado como morto. Após o acidente a tripulação deixa Marte, sem saber que Mark ainda estava vivo, perdido e desacordado.

 Quando Mark acorda, ele percebe que está em Marte, perdido e sem seus companheiros, assim começa a luta de Mark pela vida. Biólogo, especialista em plantas, Mark consegue “produzir” água, e consequentemente plantar babatas para se alimentar, aumentando seus recursos Mark consegue permanecer aproximadamente 1 ano em Marte. Nesse tempo, os satélites da NASA detectaram sua presença em Marte e descobriram que ele estava vivo.

 Ao descobrir que Mark estava vivo, a NASA começou criar planos para tentar trazer Mark de volta, foram algumas tentativas para tentar traze-lo de volta, muitas deram erradas, até que uma tentativa usando a esquipe de Mark, foi bem sucedida, conseguiram resgatar Mark e traze-lo de volta para a Terra.

 Eu indico “Perdido em Marte” a todos os públicos que gostam de ficção cientifica, pois é um filme bem tramado, com uma super produção, com um excelente enredo que faz o telespectador ficar preso no filme até o final, esperando que tudo se resolva.

     Capa do filme                   
                                                                                                                 Davi Marques 

sábado, 4 de junho de 2016

Resenha crítica: O Menino do Pijama Listrado

        “O menino do pijama listrado” é um filme do gênero drama, que foi lançado em 12 de dezembro de 2008, com direção de Mark Herman e baseado no livro de John Boyne. É um drama fabuloso sobre a amizade entre duas crianças, Bruno (Asa Butterfield) e Shmuel (Jack Scanlon), de mundo opostos, durante a Segunda Guerra Mundial e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
        O filme se passa em 1940 e conta a história de Bruno, que é um menino de oito anos, filho de um oficial nazista que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber nada sobre o Holocausto e a solução final aos judeus, ele deixa Berlim e se muda com os pais, a irmã Gretel de 12 anos e sua babá Maria para um lugar “isolado”, no campo, devido a uma promoção de seu pai.
         Logo que chega à nova casa, pela janela de seu quarto, consegue avistar uma grande fazenda, onde adultos e crianças passam o dia todo vestidos com pijamas listrados. Essa fazenda passa a ser a possibilidade que ele tem de mudar a rotina solitária do lugar, que não tem nada para fazer e arranjar alguém para brincar, porém ele era proibido de ir neste lugar onde as pessoas usam o “pijama listrado”.
        Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel, um garoto da mesma idade, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado da cerca, ou seja, eles vivem em “mundos” diferentes.
        Durante o filme, Bruno começa a aprender sobre a ameaça que os judeus “representam”. Como são “destruidores e um mal para a nação”.
         Um dia, Bruno conta para Shmuel que queria ser explorador, e o garoto judeu pede ao amigo para poder ajudar a encontrar seu pai, que havia sumido. Bruno então decide ajudar. Shmuel levou para ele um pijama como o dele e o das outras pessoas que moravam lá, Bruno o vestiu e passou embaixo da cerca, podendo assim, estar do mesmo lado de Shmuel. Era para ser uma exploração rápida, pois Bruno teria que voltar para casa ao escurecer, mas não foi bem isso o que aconteceu...
        O filme nos traz reflexões sobre o comportamento da sociedade. Além da mensagem da bonita amizade entre os dois meninos, nos mostra o alto preço que a sociedade paga por ser preconceituosa.
         É um filme muito bom e interessante, porém bem triste e que demonstra a realidade dos campos de concentração da época da Segunda Guerra Mundial, ou seja, a realidade do povo judeu e o que eles passavam.
         O começo da história não é muito interessante... Mas com o decorrer da história tudo muda de um momento para o outro, e você se vê doido para saber o final da amizade entre os dois meninos.
         Apesar de triste, é um filme muito bonito e interessante, que recomendo para todos, pois ele mostra um dos períodos mais importantes da História.


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Resenha crítica: Breaking Bad

  Breaking Bad ou “A Química do Mal” começou no dia 20 de janeiro de 2008 e se passa em Albuquerque (Novo México). A série foi transmitida originalmente pela AMC, depois foi vendida para outras empresas privadas, como a TV Record e Netflix, onde é transmitida até hoje.

  A série foi escrita por Vince Gillian, e ganhou vários prêmios como, melhor série dramática de 2013 (ano de encerramento do seriado) e melhor drama episódico.

 O enredo de Breaking Bad conta a história de Walter White (Bryan Cranston),um professor de química que descobriu ter câncer terminal nos pulmões, e que sua doença vinha piorando com o tempo. Então, Walt encontra seu ex aluno Jesse Pinkman (Aaron Paul), um traficante da cidade para fabricar metanfetamina e deixar dinheiro para sua mulher e seu filho Walter Jr (RJ Mitte), que sofria de paralisia cerebral.

 O seriado Breaking Bad é uma série muito envolvente, que faz o espectador se odiar ou se apaixonar pelos personagens muito facilmente por terem características únicas e muito fortes. Comigo não foi diferente, pois Breaking Bad é a melhor série de drama/ação que eu já vi, porque apresenta uma história muito real e que poderia facilmente ocorrer na vida real.

 Indico a série para pessoas que gostam de séries viciantes e estejam afim de passar apertos junto com os personagens.
                                                                                                                                                                                                                                              Otávio Lopes

domingo, 15 de maio de 2016

Resenha crítica: O estudante

         O estudante é uma obra lançada em 1975, e conta a história de 2 irmãos Renato e Roberto. Eles são de uma rica família paulista os Lopes Mascarenhas, o livro surgiu através de um desabafo de Roberto após perder seu irmão para as drogas, e acabou se tornando uma arma na época contra os tóxicos já que mostrou todo o mal que eles podem causar.
      Renato e Roberto entraram na escola juntos, eram ótimos alunos principalmente Renato que sempre ganhava medalha de ouro, e eram os preferidos da escola, porque além de respeitar os professores estavam sempre se preocupando com pessoas com a classe social mais baixa.
      A preocupação era tanta que eles criaram uma associação chamada “Eu sou seu amigo” que visava ajudar a vida das pessoas, com a ajuda dos outros estudantes do colégio Rio Negro, eles conseguiram pagar cursos profissionalizantes, criaram um posto de abastecimento para a região, e ainda ajudaram a procurarem emprego.
       Ate que certo dia um dos estudantes do colégio ofereceu um comprimido para Renato dizendo que ajudaria na dor de cabeça que ele estava sentindo, e aquilo na verdade era toxico e ele acabou viciado. O vicio tomou conta de Renato e mesmo com toda ajuda oferecida ele piorava a cada dia, ate que se tornou tao grande que ele tentou matar Roberto e para que tal ato não ocorresse seu pai Rubens Mascarenhas acabou reagindo e o matando.
       Adelaide Carraro sempre aborda temas relacionados com as drogas em suas obras como em “Meu professor meu herói”,e nas edições seguintes do “Estudante” que ainda possui mais 2 livros. Já li e reli o livro várias vezes e até agora não consigo enxergar pontos negativos, a forma como ela é contada e a história em si, te emociona e te leva a sentir tudo aquilo que eles passaram, e assim consegue alertar e mostrar todo a destruição que a droga causa na vida de uma pessoa. 
        Super recomendo para quem procura um livro legal e não consegue se prender a nenhum, você vai se divertir e ainda aprender.



Jullia Massensini

sábado, 14 de maio de 2016

Resenha Crítica: Efeito Borboleta.



O filme “Efeito Borboleta” é um filme estadunidense de ficção cientifica lançado em 2004, escrito e dirigido por Eric Bress e J. Marckye Gruber e estrelado por Ashton Kutcher e Amy Smart. Este filme foi nomeado o melhor filme de ficção cientifica no Saturn Awards, já que promove várias reflexões no público a cerca de questões éticas.


Ashton Kutcher interpreta Evan, um jovem rapaz que se encontra em uma constante luta para esquecer os fatos de seu passado. Para isto, ele tem o hábito de voltar ao passado através da leitura de seus diários e assim tenta consertar seus antigos problemas. Porém, a cada mudança gera uma consequência em seu presente, criando novos problemas.


Evan viveu praticamente a sua infância com seus amigos lenny, Tommy e Kayleigh que viria a se tornar o grande amor de sua vida e a razão que o incentiva a realizar as viagens no tempo. Kayleigh quando pequena sofria abusos sexuais do próprio pai, e isto se torna o motivo para que Evan volte ao passado.


No decorrer da história, a cada escolha de Evan, Kayleigh tem um futuro diferente, que vai desde uma prostituta infeliz a uma garota universitária e realizada. Porém, como a cada ação, corresponde uma reação, para sua namorada ficar bem, outras pessoas sofrem as consequências da vida, isto ocorre com o irmão da moça (Tony), com alguns amigos do casal, com a mãe de Evan e até mesmo com ele próprio.


Quando se vê em meio a situações de extremo horror, sem os braços, a mãe com câncer tenta convencer Evan de que não se deve mudar o destino, que certas coisas precisam seguir seu curso natural. Assim, ele decide que o melhor é se afastar de Kaylegh para que todos os personagens consigam manter uma vida boa.


O filme é muito interessante, pois nos faz pensar sobre assuntos e teorias nas quais muitas pessoas podem até já ter notado, mas nunca tiveram tempo para parar e pensar sobre o assunto, as diversas histórias parecem não ter um final, chegam ao limite da paciência, porém explicam que cada um de nós é dono do seu próprio destino e as atitudes que tomamos e os caminhos que escolhemos hoje terão um resultado num futuro próximo ou distante, independente do poder de voltar ou não e de concertar erros.






Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=VnTBRt9b_aA.

Resenha crítica: Um sonho Possível


   Um sonho possível é um filme estadunidense que foi lançado em 2009, dirigido por John Lee, com o enredo baseado no livro “The Blind Side”: Evolution of a Game de Michael Lewis. Um sonho possível é do gênero drama, estrelado por Sandra Bullock, que fez o papel de “Leigh Anne”, esse papel lhe rendeu uma estatueta do Oscar. Esse filme rendeu uma receita aproximadamente de 300.000.000 milhões de dólares.

   O enredo do filme baseia-se em uma história real, a história de Michael Oher. Um jovem, filho de uma dependente química, que foi tirado da mãe quando tinha apenas 8 anos, e a partir desse acontecimento começou a morar na rua, e passar dificuldades, fome, frio e ter apenas a roupa do corpo. Mesmo passando grandes dificuldades, Michael que tem um grande dom esportivo, consegue bolsa em um ótimo colégio. Assim Michael passa a dormir no ginásio do colégio.

  A história de Michael muda, quando a família de Leigh Anne encontra-lo em um dia chuvoso indo para o ginásio, e resolvem levá-lo para casa. Lá ele é acolhido como se fosse da família, dão-lhe roupas, um quarto, comida e tornam-se tutores de Michael, além de dar um grande incentivo nos estudos e no esporte para ele.

  As notas de Michael sobem, assim ele consegue índice para jogar no time de futebol americano do colégio. Michael toma gosto pelo esporte e se torna cada vez melhor, assim ele ganha bolsa de várias universidades para estudar e jogar em seus times. Como ele só pode optar por uma universidade, ele acaba optando pela universidade do Mississipi onde seus tutores estudaram.

  Esse filme é uma grande produção, pois traz uma bela história de vida e superação. Ensina-nos que mesmo estando no fundo do posso, nos podemos vencer na vida e nos tornar alguém, mesmo que a vida seja difícil e dura. A história de Michael é igual de várias pessoas no mundo, que assim como ele conseguiram superar momentos ruins. A minha conclusão é que mesmo o dia de hoje estando ruim, nós devemos procurar melhorar o dia de amanhã.


                                                                                   Matheus Souza

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Resenha crítica: Prison Break

               Prison Break é uma série de TV americana que foi transmitida pela Fox de 2005 a 2009.

         O enredo gira em torno de um homem,  Lincoln Burrows, que foi preso e condenado a morte acusado de um assassinato que não cometeu. Inconformado, Michael Scofield, seu irmão e engenheiro estrutural, monta um plano de fuga. Tatua a planta da prisão de Fox River, local onde Lincoln está preso, e assalta um banco a fim de ser levado para a mesma prisão.

      Dentro de Fox River, Michael faz várias amizades e inimizades, além de viver um romance com a doutora Sara Tancredi. Com sua grande genialidade e ajuda de seus comparças, consegue construir um rota de fuga da prisão, levando Lincoln. Após a fuga, eles são entitulados como os maiores fugitivos, através de fotos espalhadas em todas as mídias do país, procurados inclusive pela a FBI.


       A série é muito tensa, e, de episódio para episódio cria-se mais suspenses, e isso deixa os espectadores com mais curiosidade e vontade de não parar de assistir a série. Prison Break também nos mostra que a vida é repleta de decisões difíceis, e temos que ter sabedoria para escolher a melhor opção.


Igor Variz

Resenha crítica: VIKINGS



          “Vikings” é uma serie da TV irlando-canadese, estreiou em 3 de março de 2013 nos Estados Unidos e no Canadá, essa série é escrita e criada por Michael Hirst, para o canal da TV americana “History channel”. A série foi filmada na Irlanda, e se inspirou nas histórias de um dos maiores vikings já conhecidos, Ragnar Lothbrok.

          O enredo da série é basicamente inspirado nas explorações feitas por Ragnar naquela época, ela mostra também muito a fundo os costumes vikings, as belas batalhas e o modo como viviam, tanto as pessoas mais pobres, quanto as mais ricas, pois na série, Ragnar se inicia como um fazendeiro, e no decorrer se torna rei.

          Ela conta com diversos personagens, dos quais alguns tomam mais destaque durante série que outros, e desses, podemos citar alguns, como Ragnar Lothbrok, o qual é o personagem principal da série (como já citado acima), ele é o personagem que lidera a sua aldeia a exploração de novas terras, e assim chega a Inglaterra, onde encontra muito ouro e elementos preciosos. Podemos citar como personagem importante na trama também o irmão de Ragnar, Rollo, esse é um personagem que se inicia um pouco confuso na série, e após alguns episódios esse se torna um traidor.

          Uma coisa que me atraiu e me deixou muito encantado pela série são as batalhas ocorridas durante alguns dos episódios, o modo com o qual elas foram feitas e encenadas trouxe uma grande realidade, e nos levou para muito próximo da realidade daquela época, e sem contar à realidade que eles tentam manter durante toda a série. Além disso, gostaria de citar um personagem que eu gosto muito dentro da série, que não é o principal, mas que participa bem, que é Floki, esse é um personagem intrigante, com um ar misterioso, e na minha opinião um dos melhores da série.

          Eu indico essa série aqueles que gostariam de passar seu tempo se distraindo com uma dramaturgia histórica e um pouco mais pesada em relação a programação normal, pois ela tem um conteúdo sexual e violento em alguns episódios, porém é uma excelente série ao público adolescente e adulto.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vikings_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o)





segunda-feira, 2 de maio de 2016

Resenha critica: The Blacklist

        The Blacklist (A lista negra) é uma série de televisão norte-americana do gênero espionagem, drama policial e ação, lançada em 2013, sendo composta por 3 temporadas.
        A trama é estrelada por Raymond “Red” Reddington (James Spader), um grande negociador do submundo, negociando desde armas até informações e listado entre os 10 criminosos mais procurados do mundo. Um dia ele se entrega ao FBI entregando a agencia sua lista negra dos maiores criminosos do mundo, desconhecidos até mesmo pela própria agencia secreta, em troca de imunidade e regalias e o principal, se limita a falar somente com a analista Elizabeth Keen (Megan Boone), uma jovem e promissora agente que trabalha internamente no FBI e está casada com Tom Keen (Ryan Eggold). Em meio a desconfianças de sua integridade e de sua moral, Elizabeth Keen se junta a equipe de Harold Cooper (Harry Lennix) e se torna parceira do agente Donald Ressler (Diego Klattenhoff) a fim de eliminar os integrantes da lista de Reddington que são uma grande a ameaça a segurança nacional do país, mas para tal feito a equipe tem de seguir as instruções do mesmo para conseguir manter as pessoas em segurança.                                                                                                                                          
        Com o desenrolar dos episódios, Elizabeth descobre os motivos pelos quais ela foi convocada por Reddington, haja visto que este de alguma forma está ligado com o passado dela, ficando estagnada durante toda a primeira temporada da série a suspeita de que Reddington seria na verdade pai de keen, o que não se confirma nas temporadas seguintes.
        Um dos episódios que mais chamaram minha atenção, foi o episódio 9 da segunda temporada pelo fato de ter colocado temas polêmicos em seu enredo, como a conhecida péssima relação da CIA com o FBI e como isso prejudica a segurança dos EUA e também sobre os violentos métodos de interrogatórios usados nas prisões.
       “The Blacklist” se mostra como uma verdadeira cadeia de acontecimentos que se desenrolam a cada instante e que são totalmente surpreendentes. Uma das coisas que mais me impressionou durante a série, é a capacidade de Reddington estar à frente nas informações e acontecimentos que o cercam. Ele é cercado de aliados e pessoas capazes de sacrificar a própria vida para ajuda-lo, como seu braço-direito Dembe (Hisham Tawfiq).  Esses aliados o mantem constantemente por dentro dos acontecimentos e mesmo que ele não siga ordenado na Lista, percebemos que a ligação dela não somente tem a ver com a vida de Reddington, mas com a da agente Elizabeth Keen.
           Eu como fã de series de gêneros como espionagem e drama policial, a serie The Blacklist a qual se encaixa muito bem em ambos foi a que mais me agradou dentre as várias que eu já assisti desses gêneros até hoje.  “The Blacklist” é uma das séries mais empolgantes, que te prendem do começo ao fim de cada episódio.

         Para quem gosta de muito mistério, de um quebra-cabeça que simplesmente se torna mais complexo à medida que a série se monta, “The Blacklist” é a série certa. 

domingo, 1 de maio de 2016

RESENHA CRITICA - Filme “CLICK”


  O filme “click” é um filme estadunidense que foi lançado em 2006, com a direção de Frank Coraci, escrito por Steve Koren e Mark O`Keefe e produzido por Adam Sandler, que também interpreta Michael Newman, personagem principal. Esse filme dos gêneros comédia dramática, fantasia e ficção cientifica foi gravados nos estúdios “Columbia Pictures”.

   No filme, Adam Sandler interpreta Michael Newman, um arquiteto que trabalha muito e não tem tempo pra família. Tudo isso pode mudar, quando Michael ganha um controle remoto que lhe permite avançar as coisas ruins e sem graça da vida, mas logo ele percebe que as coisas ruins e sem graça da vida são normais para qualquer pessoa viver.

  “ Click” tem o enredo que critica a sociedade que vive para trabalhar e não tem tempo pra nada, nem mesmo para aproveitar a vida e a família. O personagem principal Michael tem o sonho de alcançar o ápice na empresa arquitetônica em que trabalha, esse sonho se torna realidade quando Morty, o anjo da morte, dá-lhe um controle capaz de adiantar momentos ruins da vida, mas Michael acaba exagerando no uso do controle e perde momentos vitais na vida de qualquer pessoa.

   Em certo ponto do filme, Michael se vê como dono da empresa em que trabalha, ou seja, atinge o ápice de sua carreira, mas tudo isso foi conseguido com o auxilio do controle que o fez perder praticamente toda sua vida. Ao avançar na vida, Michael perdeu tudo que verdadeiramente importa, como a infância e a adolescência dos filhos, sua esposa e seu pai que faleceu ao longo do filme. O filme triste na verdade acaba com um final feliz, pois Michael acorda e percebe que tudo na verdade era um sonho que serviria de lição para o resto de sua vida.

   “Click” é um dos melhores filmes que já assisti, pois traz lições de como devemos aproveitar e valorizar realmente as coisas que importam de verdade na vida de uma pessoa, que são valorizar a família, aproveitar a vida e ser feliz. Ensina-nos que a vida não é só trabalho e que não devemos ser sempre ambiciosos, buscando cada vez mais subir na vida profissional independentemente do que possamos perder. Critica a sociedade consumista e que busca cada vez mais aprimorar tecnologia para substituir o trabalho humano, e sempre comprar compulsivamente.

REFERENCIA-https://pt.wikipedia.org/wiki/Click_(filme) 

                                                                                                                                                                                                       Antonio Carlos                         


sábado, 30 de abril de 2016

Resenha Crítica - Trailer de Game of Thrones 6º Temporada

        

        A série de TV originalmente escrita por George R. R. Martin e adaptada para HBO por David Benioff e D. B. Weiss e que conta com grandes nomes em seu elenco, como Kit Harington que fez "O Sétimo Filho", Peter Dinklage de "Pixels" e Emilia Clarke de "Como Era Eu Antes de Você", que fazem jus aos adjetivos que recebem dos críticos que variam do "intenso(a)" ao "perfeito(a)".

       Game of Thrones é marcada por seus diálogos, paisagens, mortes e conspirações que deixam muita gente de boca aberta. A série se passa em um lugar chamado Westeros (que aparenta ser algo semelhante a Europa medieval) e narra a história de várias famílias (ou casas como eu prefiro chama-las) cheias de conflitos políticos e culturais entre si em busca de ver quem vai comandar Westeros e sentar no trono de ferro.

       Até agora todas as outras cinco temporadas da série eram inspirados nos livros de George R. R. Martin da série As Crônicas de Gelo e Fogo ou Song of the ice and fire, mas a sexta temporada é completamente independente, o que deixou algumas pessoas (para ser sincero a menoria) com uma "pulga atras da orelha" quanto a essa nova temporada, pois não botam muita fé na criatividade dos diretores e acham que a série deveria acabar junto da história tratada nos livros, assim como Harry Potter ou Under the Dome. Já a maioria dos fãs da série está realmente animada com a sexta temporada justamente por ser algo independente, ninguém mais sabe de nada sobre o que vai ocorrer posteriormente o que ao meu ver deixa a série mais exitante e empolgante.

      O trailer da tão esperada sexta temporada revelou apenas trechos bem restritos de alguns pontos do que que será tratado durante a temporada, mas são trechos extremamente sugestivos e detalhados que já geraram várias teorias do que vai acontecer algum fato ou como vai acontecer e para que vai acontecer. Um desses fatos é Davos Seaworth defendendo o corpo morto de Jon Snow, o que sugere a volta deste personagem e que sugere ainda mais um possível protagonismo do mesmo. Várias pessoas estão apostando tudo na volta de Jon Snow como o Azor Ahai, que seria "o Escolhido" da série.

     Até hoje foram exibidos 2 episódios da sexta temporada que não foram lá muito esclarecedores quanto ao futuro da série ou as teorias criadas pelos fãs, mas as expectativas para o futuro da série não são nada pessimistas e todos aguardam ansiosamente pelos próximos episódios.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Resenha crítica : Once Upon a Time


     Once Upon a Time (ou Era uma vez) é uma série lançada em 2011 que tem como tema os contos de fadas. A série  já começa mostrando que a Rainha Má finalmente conseguiu o que ela queria, e o que é mostrado em todos os contos de fadas que nós conhecemos: acabar com os finais felizes. 

    Para conseguir acabar com os finais felizes dos personagens, A Rainha Má (uma personagem que como o próprio nome diz, é má) criou uma maldição que prendeu todos os personagens dos contos de fadas no mundo real, em uma cidade localizada no Maine chamada Storybrook.

    Nessa maldição, os famosos personagens que conhecemos (como Branca de Neve, Príncipe Encantado, Chapeuzinho Vermelho...) estariam parados no tempo, sem saber quem eles eram de verdade (não conhecendo ninguém) e infelizes. Apenas a Rainha teria suas memórias.

   Antes de a maldição ser lançada, Branca de Neve e o Príncipe Encantado conseguiram fazer com que sua filha se livrasse desse fardo. Porém, como consequência, a filha deles, Emma, cresceu abandonada no mundo real e levava uma vida normal antes do seu filho de 10 anos ( que ela abandonou) aparecer na sua porta e dizer para ela que os contos de fadas que conhecemos são reais.

   Porém, para quebrar essa maldição que a Rainha Má lançou (e trazer os finais felizes de volta) Emma deve acreditar nesses contos de fadas. O conflito da série já começa ai: Emma é uma mulher atual, comum e que não acredita nada nessa história de contos de fadas. A cada episódio novo, ficamos curiosos para saber como Emma quebrará a maldição.
  
    O que mais me  chamou atenção na série é que trata de uma temática diferente.É dificil imaginar como aqueles contos são retratados no mundo real. E Once Upon a Time trás isso.Tem um roteiro brilhante ( onde em cada episódio um mistério diferente é revelado) e diálogos e frases muito criativos.

    Por se tratar de contos de fadas, me traz memórias boas de quando eu era criança.E o mais importante de tudo, a série passa para o ser humano coisas como felicidade, esperança, amizade e amor.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Resenha crítica: "O Hobbit 3: A batalha dos cinco exércitos"

            Após o sucesso do grande filme “O Hobbit 2: A Desolação de Smaug”, tudo o que me restava era que o seu sucessor “A Batalha dos Cinco Exércitos” fosse esplêndido, e que a grande trilogia sobre a Terra-Média de Tolkien se encerrasse com chave de ouro. Apesar da falta de fidelidade com o livro, o “Hobbit 3” foi um grande sucesso, contando com pontos fortes e fracos para a trama.

            As cenas iniciais, a qual o dragão Smaug destrói a Cidade do Lago, são extraordinárias. Tanto o desespero do povo quanto a agonia de Bard em matar a horrenda fera e honrar sua família são surpreendedoras. Estas foram cenas admiráveis, porém tive a sensação de que aconteceram com pressa. Aparentemente houve a necessidade de apresentar logo a morte do dragão. Já no centro de Dol Guldur, antiga fortaleza abandonada, foi outro ponto forte no filme. Assistir aos membros do Conselho Branco medindo forças com Sauron e os Espectros do Anel foi pura apreensão. Infelizmente essas cenas não são fiéis ao livro, pois no livro isto acontece de forma muito diferente.

            Os efeitos especiais do filme estão aceitáveis, assim como o trabalho em computação gráfica. Este é um importante ponto, já que a grande batalha dos cinco exércitos é o que dá nome ao filme. Não fica visível para quem apenas assistiu ao filme quem são os cinco, pois há os homens da Cidade do Lago, o exército élfico, morcegos enormes, uma rápida aparição de Beorn (o troca-peles), o exército de Orcs e o exército dos anões, liderado por Dáin. A posição de liderança de Azog, o Profano é realmente intrigante. No filme não há o exército de lobos selvagens como há no livro.

            O ponto mais fraco do filme foi, sem dúvidas, a falta de fidelidade com o final do livro. Todos os espectadores do filme esperavam um emocionante funeral para Thorin e seus sobrinhos Fili e Kili, porém não houve funeral algum. Vários acontecimentos do filme deixaram uma resposta a esperar, como por exemplo, o que aconteceu com Sauron após sua fuga, e quem se tornou o Rei após a morte de Thorin.

            Houve ainda diversos acontecimentos que não foram bem desenvolvidos, como por exemplo, a doença do ouro de Thorin e as lutas finais. Porém, apesar dos pontos negativos, o filme é realmente muito bom, e é ainda melhor para quem já leu o livro.

Bruno Ferreira

domingo, 20 de março de 2016

TÁXI vs UBER

Nos últimos anos vem crescendo cada vez mais a guerra entre os  motoristas de táxi e o Uber.
O táxi é um sistema de transporte que existe há muito tempo em todo mundo e até pouco tempo era o principal sistema até aparecer seu maior concorrente: o Uber, que é uma empresa fundada em 2009 nos Estados Unidos, com o intuito de melhorar o sistema de transporte, e desde então já se espalhou para vários países ao redor do mundo.
O serviço de táxi é regulamentado pelo governo, tendo um preço fixo e um sistema em que os taxistas devem estabelecer um ponto para pegarem os passageiros, tornando muitas vezes um serviço desvantajoso tanto para os passageiros quanto para os motoristas. O argumento  utilizado por taxistas contra o Uber é dizendo que eles não são regulamentados e, segundo eles, são contra a lei. Já o Uber opera mais livremente sem regulamentações estabelecidas por um órgão estatal, tornando-o um serviço muitas vezes melhor e mais barato que o táxi.
O comportamento dos taxistas é compreensível em estar estritamente contra o Uber, pois eles cresceram e aprenderam à estar um sistema em que apenas o táxi era a fonte do transporte, que torna a raiva contra o Uber cada vez maior.

Os taxistas pedem já há algum tempo o fim do Uber, protestando e, em alguns casos, agredindo motoristas do Uber. Mediante a essa situação, uma solução para este problema seria a desregulamentação dos serviços de transporte, que tornaria o mercado mais livre para os prestadores do serviço oferecerem algo justo para o consumidor, que por sua vez, poderia escolher o serviço que achar melhor de acordo com suas vontades e necessidades.

sábado, 19 de março de 2016

Protejam as crianças

      

Em 2015 foi criada a lei que proíbe a venda de bebidas para os menores, quem vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar bebida alcoólica a jovens ou crianças poderá ser preso por até quatro anos e pagar multa de R$3 mil a R$10 mil, além do local interditado.

O governo quer garantir à criança e ao adolescente a proteção de sua saúde e qualidade de vida futura, visto que os produtos podem causar dependência física ou psicológica

Mesmo que a venda seja proibida, a ingestão de álcool por adolescentes cresceu nos últimos anos e ocasiona grande problema de saúde pública.

O consumo de bebida alcoólica pode causar várias doenças, como a cirrose (doença crônica do fígado), a gastrite (inflamação na parede do estômago), infarto e trombose (ocorrem devido a elevadas taxas de colesterol e triglicerídeos, onde há excesso de gordura acumulada nas artérias e que impede a circulação normal do sangue) e etc.

Para evitar que um jovem próximo a você pare de consumir álcool, deixe o álcool fora de sua casa, e procure procurar bebidas que substituem a vontade do álcool, como sucos, água de coco, água gaseificada, chá e etc.

DAVI MARQUES DUARTE




Como os protestos impactam no governo, na oposição e no futuro da Lava - Jato

       Nunca houve um domingo como 13 de março de 2016. Em uma mobilização histórica, 3,3 milhões de brasileiros vestindo verde e amarelo tomaram as ruas de pelo menos 257 cidades de todos os Estados do país em protesto contra o governo Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. Em São Paulo, a Polícia Militar estimou a presença de 1,4 milhão de pessoas , o maior contingente popular a ocupar a Avenida Paulista.
         A insatisfação ganhou as ruas das capitais, de cidades interioranas e do Exterior. Houve atos de brasileiros em Londres, Nova York, Paris, Barcelona, Lisboa e Frankfurt. Em todos os lugares, o brado mais insistente pedia o impeachment da presidente Dilma e a prisão de Lula. Mas será que isso resolveria toda essa situação vergonhosa do Brasil?
       Apesar da preponderância contra o PT, ninguém escapou à alça de mira dos manifestantes. Houve vaias e gritos ao vice-presidente Michel Temer (PMDB), ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do Supremo, Ricardo Lewandowski. Os maiores líderes do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foram hostilizados e tiveram de deixar às pressas a Avenida Paulista. Isso prova a insatisfação do povo com políticos de todos os partidos. A falta de credibilidade dos políticos brasileiros.
      O povo brasileiro finalmente está acordando e percebendo a quantidade de políticos corruptos que existem em nosso país. É muito triste saber que governantes que o próprio povo escolheu são assim, e que Lula, considerado uns dos melhores presidentes que o Brasil já teve e um dos políticos mais populares da história também está sendo investigado por acusações graves de corrupção e desonestidade.
        As manifestações demonstram o quanto a população está insatisfeita com o atual sistema político brasileiro. Infelizmente os governantes só defendem seus interesses e daqueles grandes empresários que financiam suas campanhas. É muito triste para nós brasileiros, pois confiamos nas promessas dos candidatos, votamos, escolhemos nossos governantes e o que temos em troca... corrupção e roubo. A cada dia o escândalo é maior, a situação do Brasil piora, a crise aumenta e nada se resolve.                                                                                                                                            Às vezes penso que isso tudo é consequência da última eleição para presidente, onde o perdedor tenta a todo custo mudar o que foi conquistado com o voto da maioria da população brasileira. Não que eu seja a favor do PT, ainda nem voto, para mim a maioria dos políticos brasileiros é “farinha do mesmo saco”, corruptos, desonestos e não se preocupam com o povo. Mas é que não dá para entender tantas denúncias, tantas investigações, onde políticos do PT, PMDB, PSDB e de tantos outros partidos são acusados de corrupção, roubo, lavagem de dinheiro e tantas coisas mais e não são punidos. Será que não existem provas que os incriminem de verdade, ou será que existe corrupção e desonestidade até mesmo na justiça brasileira???                                                                              Diante dessa situação toda, só posso dizer que está se tornando uma vergonha ser brasileiro. Espero que tantos protestos e investigações resolvam alguma coisa e que as leis sejam iguais para todos. Que os culpados, depois de provada suas culpas sejam devidamente punidos, não importando seus partidos ou suas posições sociais. Só assim o Brasil poderá se livrar dessa corrupção absurda, desse vergonhoso sistema político onde o dinheiro corrompe quase todos os políticos. Precisamos de governantes sérios, honestos e que não pensam em roubar e beneficiar apenas os “cabeçudos”. Chega e campanhas cheias de promessas, de palavrinhas bonitas para agradar e conquistar o voto! Chega de corrupção! Chega de roubo e de marginais no poder, pois se isso não acabar o que será de nós adolescentes? Não saberemos nem se deveremos votar ou anular nossos votos!!!          http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/03/como-os-protestos-impactam-no-governo-na-oposicao-e-no-futuro-da-lava-jato-5110682.html

E SE NÃO FOR COMO ERA PARA SER?

Os trotes universitários surgiram juntamente com as primeiras universidades, durante a Idade Média. É uma forma tradicional de dar boas-vindas aos estudantes que estão dando início a sua carreira universitária, além de facilitar integração entre calouros e veteranos. Apesar do assunto não receber muita atenção da mídia, é importante ressaltar que esse ritual de passagem é capaz de causar danos físicos e psicológicos nos novos estudantes.
Em primeiro lugar, nota-se que de acordo com a Constituição Federal, os trotes universitários não são considerados crimes, até porque atos como raspar a cabeça, pintar o corpo, dançar, andar de mãos dadas ou até mesmo pedir dinheiro no farol não causam prejuízos. O problema surge quando os calouros participam desse ato por represália, e é feito o uso de álcool, drogas, violência, humilhações, mutilações e até mesmo mortes. Como exemplo, cita-se o caso de Edison Tsung Chih Hsueh, que bebeu forçadamente uma quantidade exagerada de álcool, e morreu afogado em uma piscina durante um trote. Logo deixa de ser uma brincadeira e se torna um ato de tortura.
Em segundo lugar, observa-se a cultura machista cultivada nas universidades. As calouras são expostas a situações em que são obrigadas a simular práticas sexuais, danças sensuais, “leilão” de calouras, estupro, além de que os veteranos acreditam que, por questões de hierarquização, têm “acesso livre” ao corpo das jovens. O fato de estar alcoolizada e fragilizada serve como uma oportunidade para segundas intenções. O corpo é dá mulher, é ela quem decide o que fazer ou não com ele, por isso, se não há sua consciência, denomina-se como cultura do estupro. 
Em decorrência disso, cabe ao Governo criar métodos para evitar o trote que pratica atos de tortura, ou até mesmo, em casos mais graves, expulsar o veterano da instituição de ensino. Deve-se proibir as empresas de comercializarem e venderem bebidas alcoólicas para eventos estudantis, além de criar uma ouvidoria que atenda os casos de abuso, agressão ou assédio. Uma forma de manter o trote nas universidades é investir no projeto já existente denominado “Trote Cidadão”. Ao invés de realizar práticas que causam prejuízos físicos e psicológicos aos universitários, esse tipo de trote consiste em ações como doar sangue, plantar árvores, pintar muros de escolas, e até mesmo arrecadar alimentos e dinheiro e doar para instituições carentes, em que calouros agem juntamente com veteranos. As calouradas não precisam ser deixadas de lado, apenas curtir com moderação.

domingo, 6 de março de 2016

Grande descaso


Desde o início da guerra civil na Síria a Europa vem sofrendo imigração. Um dos países que mais têm sofrido é a Grécia, pois tem uma grande proximidade com a fronteira Síria pelo mar. Essa proximidade acaba facilitando a chegada dos imigrantes pela água, porém é uma travessia difícil e perigosa, pois muitos vêm de forma precária e em montes, ultrapassando os limites de seus botes, o que vem causando diversos naufrágios, e, consequentemente a morte de muitos refugiados. Essa chegada tumultuada de um grande número de imigrantes de uma só vez vem agravando os problemas pelos quais a Grécia já passava.
Um grave problema que vem ocorrendo atualmente na Grécia devido à imigração são os confrontos ocorridos entre refugiados e policiais nas fronteiras, principalmente com a Macedônia. Ela fechou suas fronteiras, impedindo a passagem de milhares de imigrantes ilegais, que tinhas como objetivo a Alemanha.
Como podemos aceitar uma situação como essa? Na qual milhares de pessoas já morreram e nada foi feito ainda, uma situação desumana, na qual pessoa são expulsas de seu país e obrigadas a procurar refugio em um país onde são humilhadas, tratadas como animais. Pois com o fechamento das fronteiras da Macedônia o que ocorreu foi um encurralamento dos refugiados, os quais foram obrigados a se manterem em acampamentos e devido ao acúmulo de pessoas chegaram a ficar com escassez de alimentos, água e até mesmo de abrigo, com uma condição lamentável de saneamento. E quando tentaram uma travessia forçada, foram respondidos com bombas de gás lacrimogênio. E tudo isso que foi falado está ocorrendo na rica Europa, o que chega a impressionar, pois eles sempre se disseram superiores e deixam uma situação desumana dessa ocorrer dentro do seu continente, e o pior não é estar acontecendo lá, o pior é não estarem buscando uma solução para o problema, o que é vergonhoso, principalmente, para a ONU.
Ou seja, o que deve ocorrer agora é a abertura dos olhos do mundo para esse gigante problema que vem assolando a comunidade da Síria, e que a ONU tome uma rápida solução, para evitar mais morte e reerguer, humanamente, a Europa perante a população mundial.