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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Sobre os mais de 500 mil zeros do ENEM 2014

imagem de http://extra.globo.com/


Julgar, segundo Aristóteles, pressupõe saber calcular o meio termo, o equilíbrio ou a proporcionalidade.  Se assim considerarmos, veremos que a mídia e grande parte da população brasileira parece não saber julgar corretamente, pois os mais de 500 mil zeros do ENEM equivalem no universo de mais de 6 milhões de inscritos no ENEM, menos de 9% do total. (Fonte: uol educação)

Acha isso absurdo? Pense em sua sala de aula, em uma turma com 40 alunos isso equivaleria a menos de 4 alunos tirando zero. É difícil encontrar em sua turma 4 alunos que não teriam prestado atenção nas recomendações do professor e feito algo que não deveria na redação? 

Pois é! Veja nesta outra reportagem os motivos que fizeram e fazem com que alguém zere a redação do Enem.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Jornal Mundo Jovem

Trabalhar com leitura técnica de textos para observação de estrutura, abordagem do tema, necessita de um texto bem escrito, mas ao mesmo tempo acessível. Um bom material de leitura para isso é o Jornal Mundo Jovem (para conhecer, clique aqui)

Como material de aula, eu geralmente distribuo uma página ou mesmo um número completo. Deixo que os alunos escolham  o tema que lhes agrada e leiam o texto escolhido. Depois, em forma de debate, discutimos as estratégias usadas para introduzir o texto, peço para estabelecerem uma relação entre a área profissional do autor e a perspectiva que ele adotou para abordar o tema, e assim por diante.


terça-feira, 15 de julho de 2014

Da estatística ou como mentir falando a verdade

Muito interessante a forma como  Naomar de Almeida Filho, aqui,  desmonta o argumento de Reinaldo Azevedo, aqui, demonstrando como a manipulação de dados estatísticos pode distorcer a realidade.

Chamo a atenção, principalmente, para o exemplo de leitor que é Naomar de Almeida Filho. Ele lê o texto, questiona, duvida (como todo leitor cético deve fazer), pesquisa, põe a prova as informações trazidas pelo autor (como todo leitor desconfiado deve fazer) e cria uma opinião com base no contraste entre texto e contexto (como todo leitor crítico deve fazer).

Moral da história: